quinta-feira, 30 de junho de 2011

... Continuação Chaos Guilt...

eu sei que demoro, tava sem net, mas ta aqui a continuação do Chaos Guilt


...-Temos que sair daqui rápido ou teremos muitos problemas, não sabia que estávamos aqui. – Disse Brian.
-Onde estamos exatamente? – Perguntou Samantha.
-Estamos em um lugar muito perigoso, aqui são as antigas estações de metro, talvez sejamos atacados se ficarmos parados. – disse Brian
Brian começou a andar mais rápido mesmo com a Daniele em suas costas, Samantha estava logo atrás dele, o lugar estava começando a ficar iluminado, e Samantha percebeu algumas casas e muitos trens em pedaços e em ruínas, outros estavam destruídos e enferrujados por conta da umidade. Brian parou dentro de um dos trens e colocou sua irmã em um dos bancos, pediu para Samantha ficar abaixada.
-Dani, acorda mana. – disse Brian com calma
-Oi... – disse Daniele com sono ainda
-Eu sei que você esta cansada, mas onde esta seu celular?
-... Meu celular... Acho que ele caiu e quebrou na queda... - disse Daniele demonstrando ainda mais sono.
-Droga. – disse Brian
-Des... culpa – Daniele caiu no sono novamente
-Ela está bem? – perguntou Samantha com um tom de preocupação
-Ela está cansada só isso, você não teria um celular teria?
-Aqui, mas esta sem sinal.
-Que pena, vamos ter que sair daqui por nossa conta. Temos que ser cuidadosos, vamos andar por dentro dos trens.
-Tem certeza que não é perigoso?
-Perigoso, é claro que é perigoso, porém sem um celular que funcione aqui em baixo não vou conseguir chamar os outros.
Brian pegou a Daniele novamente nas costas e eles foram andando por dentro dos trens para evitarem serem vistos pelos que moravam no subterrâneo. Aqueles que moravam no subterrâneo eram agressivos e tinham a fama de comer carne humana dos que vinham da superfície, eles gostavam do escuro daquelas catacumbas, pareciam ser civilizados e educados, mas era fácil ver que eles eram perigosos.
De repente Brian parou em frente à entrada de outro trem, esse parecia ser o ultimo para que eles conseguissem sair das catacumbas, alguém estava bloqueando a saída, era um homem com óculos e uma roupa preta, não dava pra distinguir o que era a blusa ou o que era a camisa, em sua mão estava uma arma, mais precisamente um revolver calibre 45 que estava apontado para o Brian, Samantha pensou em correr, porém assim que virou percebeu que não tinha como fugir, eles estavam cercados.

1.1  Batalha nas catacumbas


-Vocês não vão fugir, a não ser que queira negociar, que tal?
Brian percebeu que ele estava olhando diretamente para a Daniele, sua cara estava demonstrando que ele iria devorá-la.
-Se eu não quiser o que vai acontecer? – perguntou Brian.
-Ai teremos que tomar a força, você acha que pode contra todos nós?
Brian ficou quieto e começou a andar, puxou a Samantha e quando estavam do lado de fora, ele viu que não era só revolveres que estavam apontados para eles, havia também AK-47 e lança chamas. Brian andou até um canto e colocou sua irmã e cobriu-a com sua blusa.
-Cuide dela Samantha, agora você vai entender porque minha família só é lembrada nas guerras.
Brian começou a andar em direção aos inimigos armados, foi então que Samantha percebeu, ele estava desarmado. Os tiros começaram no mesmo momento que Brian começou a correr, por mais impossível que fosse, Brian estava desviando dos tiros com facilidade, seus movimentos lembravam os de uma fera selvagem, Brian estava atacando com chutes e socos, vários inimigos já haviam caído, então o mesmo cara que havia parado eles pegou um lança chamas e conseguiu atingir ele, os outros com lanças chamas também aproveitaram e começaram a soltar suas chamas até que um incêndio começou, o incêndio era pequeno e não demonstrava que iria crescer.
-Brian! – gritou Samantha.
- Não adianta gritar, agora vocês vão ser nosso almoço.
Então um brilho estranho apareceu no meio do fogo, somente um dos inimigos havia visto o brilho e pensou não ser nada. Os subterrâneos levaram as duas para a vila deles.
-Vejam e aproveitem, pois essa será a ultima coisa que iram ver. – disse um deles
-Não se preocupem, não vai doer muito, claro que se vocês quiserem, podem tentar me convencer a matá-las antes de colocá-las no fogo. – disse o outro
-Vejo que vocês voltaram com nossos intrusos, fez muito bem Renard.
-Não foi tão difícil senhorita Anami.
-Vejamos o que temos aqui – disse Anami indo em direção das duas garotas e olhando atentamente para ambas – uma nobre, provavelmente filha de algum político, e essa outra, interessante, ela parece ser uma das rebeldes, ponham ambas no caldeirão agora mesmo! – ordenou Anami.
Enquanto isso no campo de batalha, um dos inimigos ainda estava no local, e não estava sozinho, eram pelo menos dez deles, estavam recolhendo os destroços da batalha e procurando o corpo do Brian, após realizarem uma limpeza em todo o perímetro e não acharem nada, um deles se virou para o outro e disse:
-Volte e diga que o corpo não esta aqui, talvez este cara ainda esteja vivo.
-Sim, eu vou e vocês continuem procurando, se ele estiver vivo estará muito ferido para correr.
Assim que ele saiu os outros se viraram para procurar e para a surpresa deles lá estava Brian, sua camisa estava queimada e em seu braço direito um brilho vermelho, no braço esquerdo o brilho era dourado, eles começaram a disparar com suas armas para matá-lo, porem os tiros pararam no ar.
-Não sabia que vocês me forçariam a utilizar tanta força, pensei que seria mais fácil adeus. – disse Brian e encostou a mão esquerda no chão.
O brilho dourado se espalhou por todo o solo, então com uma simples pressão a mais no solo, o chão cedeu, ficando somente o local que ele estava.
-Esse é o meu verdadeiro poder, vocês não teriam chances contra isso.

1.2 Keruberosu


Brian ainda agachado fechou os olhos, então um caminho começou a se criar há sua frente, ele levantou e começou a caminhar pelo caminho de pedra, após passar pelo caminho começou a correr a caminho da vila em que Daniele e Samantha estavam, durante o caminho se lembrou do seu passado... Mais precisamente há cinco anos.
“Brian estava em uma sala com vários outros homens, todos com roupas nobres, até mesmo Brian estava com uma roupa mais nobre, porém ele estava com a mente distante e não estava prestando atenção no assunto daquela reunião.
-Brian preste atenção! Isso é muito importante.
-Esta bem pai, me desculpe, por favor, podem repetir o que haviam dito? – disse Brian de uma maneira formal
-Estávamos falando sobre a profecia que foi feita, sobre o único que nasceria sem a marca da nossa família, assim que completasse treze anos iria causar a destruição da nossa família, até agora só nasceu uma criança assim, e irá completar treze anos daqui a três dias, e ela é sua filha Astaro, você deve cuidar disso o quanto antes.
-A Daniele não possui a marca, mas também não pode usar os mesmos poderes que nós podemos, ela não é uma ameaça real. – disse Brian ainda com o tom formal.
-Mesmo assim filho, ela pode ser um fardo para nós caso tenhamos que lutar contra alguma outra família. – disse Astaro.
Após esse comentário Brian saiu da sala com a desculpa de que estava com dor de cabeça, foi direto para casa, e chagando lá foi para seu quarto e deitou em sua cama, a porta se abriu devagar e uma garotinha entrou.
-Irmão você esta bem? – disse a garotinha.
-Seu irmão aqui está um pouco cansado só isso Dani – Brian colocando a mão na cabeça da garotinha. – você quer brincar não é?
-Hmm... Na verdade eu quero ir ver as flores do jardim da nossa família, você me leva lá?
-Levo sim, já esta pronta?
-Vou me arrumar e já venho.
Ela saiu do quarto do Brian feliz, porém Brian estava com uma cara triste.
-Eles querem matar uma criança inocente, só por causa de uma profecia inútil.
Brian se levantou e quando estava abrindo a porta sua irmã já estava lá.
-Vamos? – disse a garota com um sorriso animado em sua face.
-Vem aqui maninha – Brian pegou a garota e colocou-a nas costas – vou levar você assim.
A garota abraçou Brian com força enquanto estava em suas costas, chegaram ao jardim e Brian foi descansar em baixo de uma das poucas árvores que havia no local, enquanto a Daniele estava pegando flores, de vez em quando ela olhava para o irmão.
-Irmão olha o que eu fiz!
-Nossa, uma pulseira de flores – disse Brian – pra você mana.
Brian pegou uma coroa feita com flores e colocou na cabeça de irmã.
-Aqui está ela, peguem ela agora e levem até o altar para que ela seja morta. – disse um guerreiro que havia aparecido lá.
-Desculpe mana, me desculpe mesmo... – disse Brian
-O que esta havendo? Irmão pra onde eles estão me levando?

domingo, 26 de junho de 2011

nao deu pra postar hj, to sem ideia mais ainda nessa semana vou tentar colocar o resto do capitulo 1 do Chaos Guilt e se der ainda posto o capitulo dois e outra historia

sexta-feira, 24 de junho de 2011

nova historia

aqui ta outra historia, essa ja tem eh um pouco maior, ta ai o prologo e o capitulo 1

Chaos Guilt

Prólogo


Há mais de 100 anos a população mais pobre da humanidade vem sendo escravizada pelos mais ricos, durante muito tempo eles agüentaram por muito tempo, até que um pequeno grupo de rebeldes resolveu lutar pela liberdade, entre os rebeldes um grupo menor que se ato denominava Chaos Guilt criaram um plano que deveria ser a prova de falhas...
-Como faremos isso?
-Talvez demore um pouco, mas temos que ver toda a rotina dela.
-Não, isso faria nosso plano ficar muito previsível. Mas talvez ainda seja possível seguirmos ela, fica até mais rápido e fácil. Hoje o parque vai estar aberto, ela ainda é jovem então vai estar no parque com certeza.
Após a discussão, se prepararam para ir até o parque, pegaram equipamentos e saíram...

Capitulo 1 – O Seqüestro


No parque Brian, um dos membros do Chaos Guilt, ficou andando disfarçadamente, para não levantar suspeitas, estava usando uma calça jeans e camisa preta, por cima da camisa estava um sobre tudo que escondia os equipamentos que iria utilizar para realizar o plano, seu cabelo era vermelho e longo até a altura dos ombros, seus olhos eram de uma cor diferente, eram vermelhos como sangue, em outro lugar do parque estava Rafael, outro membro do Chaos Guilt, estava com uma bermuda bege e camisa branca, seu cabelo era castanho e curto, seus olhos também eram castanhos, caminhava ao lado de uma garota que estava com um vestido branco, seus olhos eram cor de mel e seu cabelo loiro que se escorria pelos ombros até a altura da cintura, estava com um celular em sua mão e falava com muito entusiasmo, ela e o Rafael olhavam disfarçadamente para a entrada do parque, como se estivessem esperando alguém entrar.
-Ah! Claro amor eu não vou esquecer de ir até sua casa mais tarde... – subitamente ela para e fala em um tom mais serio -... Ela chegou se prepare para executar o plano.
Do outro lado do parque estava uma garota ruiva com uma calça jeans e uma blusa vermelha, seus olhos eram vermelhos como os de Brian, estava com um celular e falando alegremente, andou até ficar próxima do Brian.
-Esta na hora.
Brian vira as costas para a garota e começa a andar em direção há entrada do parque, a garota corre um pouco para acompanhar ele, ela achou estranho o olhar do Brian e resolveu perguntar.
-Hã... Brian você esta bem?
-Ainda não acho certo você ter vindo junto.
-Mas eu vim do mesmo jeito.
-Pelo menos fique perto de mim, isso pode ficar perigoso para alguém como você.
-Entendi, mas você não me respondeu.
-Não se preocupe com isso agora Daniele.
-Eu me preocupo sim, você é meu único irmão, e mesmo assim fica se arriscando desse jeito, eu não quero ficar sozinha de novo.
-... Desculpe Dani, vem aqui – Brian da um abraço nela – Vem, vamos acabar com isso logo e voltar pra casa.
Brian e sua irmã foram andando até chegarem perto da roda gigante do parque, onde estava uma moça de vestido rosa e dois homens com terno, ela era a filha de um dos nobres, seu nome era Samantha, seus olhos eram cor de mel e seu cabelo dourado descia pelos ombros, e terminava no meio das costas, os homens que estavam com ela provavelmente eram seus seguranças. Rafael começou a se aproximar e então jogou uma bomba de fumaça no chão, a fumaça cobriu uma grande parte do parque. Brian correu segurando sua irmã até onde estava a Samantha e pegou o braço dela também, porém assim que tentou fugir, uma segunda explosão abriu um grande buraco no chão, levando eles direto para o esgoto da cidade, a distancia até a superfície era muito grande, Brian preocupado com sua irmã, abraçou-a com força e se colocou abaixo dela, segurou também a Samantha para que ela não se machucasse, o impacto fez com que eles desmaiassem por um tempo.
Algumas horas depois, Daniele acordou e olhou em volta, viu a Samantha ainda desmaiada e seu irmão que estava no mesmo estado que Samantha, Daniele começou a ficar desesperada, tentando acordar o irmão, porém com todo o barulho que ela estava fazendo, algumas pedras cairão, quase acertando eles, então ela  parou e começou a chorar baixinho, ficou chorando perto do irmão.
-Onde eu estou?
Daniele olha para o lado e vê que Samantha estava acordada, uma fúria começa tomar conta de Daniele que avança contra a Samantha, ainda com os olhos cheios de lagrima, acaba caindo antes de chegar até a garota.
-Você esta bem menina? Por que esta chorando?
-Meu irmão não acorda... BWWAAHHH!
-Bem ele deve está muito cansado, como viemos parar aqui?
-Nós caímos, ele nos protegeu durante a queda.
-Provavelmente meus seguranças viram até aqui para me buscar.
-Eu duvido muito, o buraco se fechou assim que encostamos no chão, parece até que foi algum tipo de dispositivo para trazer você aqui.
-Mas isso é impossível, ninguém iria fazer isso com...
-Isso é o que você pensa... Nunca pensou que alguém queira te matar senhorita Samantha... – Brian finalmente estava acordando, porem estava demonstrando estar muito fraco – Seus seguranças que você tanto confia, seus supostos amigos... Talvez até mesmo seus parentes estejam tentando te matar.
-Mas Por que iriam querer minha morte? Eu não fiz nada de errado.
-... Eles querem criar o caos, assim terão desculpa para começar uma nova guerra... – Brian chega a cair novamente.
-Irmão, descanse um pouco, não posso perder você agora. – disse Daniele com um tom de quem havia chorado muito.
Brian olhou para a irmã, e fez sua vontade, não queria que a irmã chorasse ainda mais.
-Uma guerra, não meu pai não permitiria isso, ele ama a paz. – disse Samantha
-Você não sabe quem nós somos, eu sou Brian Keruberosu e está que esta... – Brian diz com a voz rouca e um pouco fraca.
-Eu sou Daniele Keruberosu, nós somos quase mercenários, porém só fazemos os trabalhos que sejam bons para os humanos, sem distinção de posição social, recebemos a missão de matar você há duas semanas, nós recusamos a missão, não é do nosso interesse matar uma pessoa inocente, muito menos matar alguém.
Brian começou a se levantar, e começou a caminhar pelo local, estava mancando e seu braço esquerdo estava quebrado.
-Não tem saída, estamos presos.
Brian para em frente de uma das pedras que haviam caído, e resolve se sentar para descansar, Daniele vai atrás dele e senta ao seu lado, Samantha não conseguia entender ele, era como se ele estivesse tentando entrar em sua mente.
-Você falou que seu nome é Keruberosu. Nunca ouvi falar dessa família.
-Não me surpreende, nossa família só é útil durante tempos de guerra, seu avô foi quem fez com que nós perdêssemos nossos pais, graças a guerra para conseguir esse simples pedaço de uma jóia antiga.
No parque, os seguranças não pareciam se preocupar com o que tinha acontecido, estavam calmos demais enquanto iam embora. Rafael se virou para a garota que estava com ele com uma cara de preocupado.
-Não ta adiantando ligar para a Dani, deve estar muito longe da superfície.
-Fernanda você não acha que eles estão nas ruínas do metro de cem anos atrás?
-Talvez esteja nas ruínas mesmo Rafael.
Brian estava calmo, e sua irmã havia pegado no sono ao lado dele, com a cabeça apoiada em seu ombro, Samantha estava andando de um lado para o outro, quando parou olhou para o Brian e viu que a Daniele estava com a cabeça deitada no braço esquerdo que estava quebrado.
-Não esta doendo?
-Não, ela é bem leve, eu sempre cuidei dela, até quando nossos pais eram vivos, eles maltratavam ela sabe, eu não deixava que eles encostassem nela, eu desafiava eles... Isso eu posso contar depois agora vamos sair daqui. Dani vem aqui, vou carregar você.
-Me deixa... Dormir mais... Um pouco... – disse Daniele ainda dormindo
Brian a pegou nas costas e se virou para a pedra que estava atrás dele, Samantha olhou estranho para o Brian.
-Seu braço esquerdo não estava quebrado?
Brian olha para trás e faz um sinal de que irá explicar depois, ele encosta na pedra com a mão esquerda e varias linhas douradas passam pela pedra, formando uma cruz dourada e a pedra se quebra em vários pedaços, Samantha fica com um olhar de surpresa.
-Vamos? – Diz Brian sem olhar para traz.
-Va-vamos. – Samantha responde, demonstrando estar confusa com o que aconteceu.
Brian foi andando com sua irmã nas costas e Samantha o seguia de perto, o lugar era úmido e escuro, porém Brian estava andando como se estivesse vendo todo o caminho, tinha momentos que ele até avisava sobre deformações no solo, e também as pedras que iam cair.
-Como você esta enxergando nessa escuridão toda? – perguntou Samantha curiosa.
-Mais tarde vou responder todas suas duvidas, no momento você deve seguir sem fazer perguntas.
-Mas assim parece que eu estou sendo seqüestrada.
-E é isso mesmo que esta acontecendo, para que você não morra, e sabendo que você não ia nos ouvir, resolvemos seqüestrá-la.
-Isso é muita maldade da parte de vocês, e ainda fala como se soubesse de muita coisa que eu não sei.
Eles continuaram a caminhar pela escuridão até chegarem a um lugar com varias barracas.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Essa eh uma das minhas historias que esta ainda n esta acabada, ai ta o capitulo 1

DoomsDay

Capitulo 1 – sonho

Levi chega na cidade com seus pais, desfaz as malas e deita em sua cama para descansar, seus pais ficam acordados assistindo TV, Levi acaba ouvindo a noticia do jornal que seus pais estavam assistindo.
“Outro incêndio de causa desconhecida aconteceu hoje próximo ao bairro central da cidade, até...”
Levi acaba dormindo sem ouvir o resto da noticia do incêndio.
Levi desperta e esta em um lugar estranho com roupas diferentes das que utiliza normalmente, tinham uma aparência mais antiga, o local em que estava também era estranho, parecia ser antigo, como se fosse de uma época muito antiga, em sua mão direita estava uma espada do estilo samurai, ela parecia ter pelo menos um metro e meio de comprimento, só em sua lamina.
-Levi venha rápido, você precisa ver isso.
Levi ouviu uma estranha voz feminina vinda da única passagem que ficava há sua frente, ele não liga pra isso e deixa sua curiosidade vencer a razão e vai ver.
Uma criatura estranha e gigante estava destruindo a cidade que morou durante toda sua vida, Levi acordou desesperado e suado, então percebeu que era só um sonho.
-Um sonho... Ainda bem que foi só um sonho.
Ele levanta e vai para a sala da sua nova casa, encontra sua mãe assistindo uma noticia que dizia que o incêndio misterioso que havia acontecido na noite passada era um mistério, pois ninguém foi visto no local.
-Levi, depois de você tomar seu café, você pode ir ver se sua prima esta bem, esse incêndio foi próximo a casa dela?
-Posso sim mãe, eu tava pensando em passar lá mesmo.
Assim que Levi foi para a cozinha tomar seu café a campainha tocou, era uma policial que estava carregando uma espada gigante em suas costas.
-Bom dia, eu sou a policial Supairaru, e estou investigando os incêndios misteriosos, você por acaso não viu nada suspeito viu?
-Não, nós nos mudamos a pouco tempo.
-Certo, então sejam bem vindos, se vocês virem alguma coisa suspeita por favor avise o posto policial.
-Ok, faremos isso.
A policial vai embora e a mão de Levi vai até a cozinha.
-Que coisa estranha , uma policial com uma espada nas costas ao invés de uma arma comum.
-Essa cidade é um pouco estranha mesmo, incêndios que ocorrem sem motivo, policiais que andam com espadas.
Levi termina seu café e sai para ir até a casa da prima, pelo que ele lembrava sua prima se chamava Jessica, era media mais ou menos 1.63 de altura, seu cabelo era castanho com mexas loiras, e era branca, ela morava há algumas quadras da casa de Levi. Quando Levi estava chegando ele começou a ouvir os gritos de sua prima, Levi foi correndo e a casa dela estava em chamas e tinha uma cara com cabelos vermelhos como o fogo. Levi corre para entrar na casa em chamas e salvar a prima, porem o cara de cabelos vermelhos ficou na frente.
-Onde você acha que vai garoto?
-Eu tenho que entrar e tirar minha prima de dentro da casa. – respondeu Levi tentando passar pelo cara.
-Você não vai a lugar nenhum. Ataquem meus servos!
Quando ele fala isso aparecem criaturas estranhas e horrendas que pareciam ser feitas de fogo e atacam Levi. Antes do golpe deles acertar Levi alguém aparece na frente e defende o golpe com uma lança prateada.

minhas historias

bom como eu sou muito criativo, vou postar no meu blog algumas historias que eu criei, assim muitos podem ler e desfrutar do meu mundo